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Carisma - Espiritualidade e Missão

A síntese do  carisma e espiritualidade da Obra de Santa Zita está no seu lema: “Mãos no Trabalho, coração em Deus”;
Através da sua vivência, a pessoa realiza-se, gozando já de paz e felicidade neste mundo, enquanto prepara a sua eterna felicidade, no céu.

A missão começa na formação integral da pessoa, em ordem à família e à sociedade, para maior glória de Deus e salvação do mundo;
Esta missão, embora una, tem duas vertentes: a do serviço à causa social – os serviços das respostas sociais, e a do  serviço à causa do Reino de Deus – a Evangelização.

Fundamentos do Carisma, missão e associação, da Obra:

A Obra de Santa Zita surgiu a partir de um problema social que escondia muitos outros problemas – o drama da pobreza material, filha do desemprego, da injustiça social, da ausência de formação profissional; da pobreza cultural – analfabetismo, obscurantismo, ignorância; da impreparação, e já alguma desestruturação familiar; da falta de formação moral e religiosa; da falta de previdência e assistência social;

Em face disto, o Fundador, inspirado por Deus, descobrindo, logo no início, as verdadeiras causas de um problema complexo, viu também que o mesmo tinha de ser combatido em várias frentes. Assim, tomando como base a formação integral da pessoa e da família, não se ficou por aqui, para não correr o risco da construção de pirâmides truncadas, mas projectou, desde logo, atingir o seu vértice, o seu coroamento – a formação e a vida espiritual sobrenatural. Por isso, imprimiu, desde logo, na Obra, a marca do Divino em todas as coisas, mas sem as desligar do verdadeiramente humano.

Por outro lado, Monsenhor Brás tinha a convicção de que “nenhum ser humano é uma ilha”, mas que todos fazem parte de um corpo que tem muitos membros interdependentes entre si e que, por isso, devem viver em solidariedade, até ao mais alto nível – o amor cristão, ou caridade. Por isso, criou uma associação de solidariedade, na qual imprimiu a divisa: “Uma por todas e todas por uma”, para que, de acordo com a Sagrada Escritura, quem tivesse muito não o esbanjasse, mas partilhasse para que a quem tivesse pouco não faltasse.